Brumadinho: dois meses após rompimento de barragem, mais de 90 vítimas ainda não foram encontradas

26 de março de 2019

De acordo com último balanço da Defesa Civil, 212 mortes já foram confirmadas.

A maior operação de resgate da história de Minas Gerais chega ao 60º dia nesta segunda-feira (25). Há dois meses, a Barragem do Feijão, da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, se rompeu.

O “mar de lama” matou centenas de pessoas, destruiu plantações e contaminou o Rio Paraopeba, um dos afluentes do Rio São Francisco.

De acordo com último balanço da Defesa Civil, 212 mortes foram confirmadas e 93 pessoas ainda estão desaparecidas. Não há prazo para o fim das buscas.

Nesta segunda-feira (25), 129 bombeiros continuam trabalhando em 23 frentes na área soterrada pela lama de rejeitos. Cães farejadores e helicópteros ajudam nas buscas.

A Barragem do Feijão tinha um volume de 12,7 milhões de m³ de rejeitos de minério de ferro. Ela estava entre as dez estruturas que seriam descomissionadas pela mineradora.

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